Vive
Morre
Vive, Vi-vive
Morre.
vive
Vive,
vive
vive
vive, vive, vive,
Morre.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Seus Pés (Garota Clareira)
Amo seus pés descalços
fotografados-
na areia, na rua, no mundo.
refletidos-
deitados em qualquer chão.
mergulhada em qualquer ar.
fotografados-
na areia, na rua, no mundo.
refletidos-
deitados em qualquer chão.
mergulhada em qualquer ar.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Depois do show do Porcas no último sábado
Depois do show do Porcas no último sábado
te mostrei meus discos,
e meus quadros.
Nós dormimos lado a lado,
deitados no mesmo quarto,
enjaulados um ao outro.
Numa suave manhã de domingo nublado.
te mostrei meus discos,
e meus quadros.
Nós dormimos lado a lado,
deitados no mesmo quarto,
enjaulados um ao outro.
Numa suave manhã de domingo nublado.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Despedida (Quarta de Cinzas)
A despedida é triste
é fria e chora.
Com os passos molhados,
vou embora,
nós vamos.
Na Segunda eu era Brasa
na Quarta sou Cinzas.
Minha alegria aos poucos se apaga e se perde como a fumaça densa no ar.
Amanhã cedo tenho que trabalhar.
é fria e chora.
Com os passos molhados,
vou embora,
nós vamos.
Na Segunda eu era Brasa
na Quarta sou Cinzas.
Minha alegria aos poucos se apaga e se perde como a fumaça densa no ar.
Amanhã cedo tenho que trabalhar.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Depois do expediente
Depois do expediente
ela disse
de repente,
a gente pode até se ver.
Na sala sofá
no quarto cama
de casal.
Calças,
camisas, no chão.
Metal na pele
calor e suor
e Final.
ela disse
de repente,
a gente pode até se ver.
Na sala sofá
no quarto cama
de casal.
Calças,
camisas, no chão.
Metal na pele
calor e suor
e Final.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Saudade
Hoje é dia de saudade
como todos, na verdade.
A falta é constante em minha casa,
por isso escrevo e enterro meus poemas numa cova rasa
Em minha varanda, sentado.
Ela parada do meu lado,
onde você se sentava.
Baseados e palheiros de madrugada.
Depois de noites rasas,
voltávamos para minha casa.
Nossos corpos juntos em brasas.
E após mais uma noite vaga,
volto sozinho pra casa
e morro em minha cama gelada.
como todos, na verdade.
A falta é constante em minha casa,
por isso escrevo e enterro meus poemas numa cova rasa
Em minha varanda, sentado.
Ela parada do meu lado,
onde você se sentava.
Baseados e palheiros de madrugada.
Depois de noites rasas,
voltávamos para minha casa.
Nossos corpos juntos em brasas.
E após mais uma noite vaga,
volto sozinho pra casa
e morro em minha cama gelada.
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